Cadernos de Seguro

Opinião

Tempestade Disruptiva

Imagine a seguinte cena, num futuro não muito distante: você, se deslocando pela sua cidade, dentro do seu veículo (guiando ou apenas apreciando a vista, como passageiro) e sendo monitorado, lá do alto, por uma rede de drones da sua seguradora.
Os dispositivos serão capazes de identificar e acionar autoridades e representantes da sua cobertura (seguradora e corretor) a partir da confirmação de qualquer ato suspeito que possa trazer dano físico e ou material a você e/ou ao seu veículo, como uma tentativa de roubo, furto ou sequestro ou avaria do carro provocada por enchente, alagamento ou incêndio.

Essa teórica “Rede Aérea Drone de Prevenção e Proteção” poderá avaliar também como está o desempenho, consumo e impacto do seu veículo no ambiente local, identificando e sugerindo correções de rotas. Também será viável o exame de desequilíbrios e manutenções necessárias para minimizar os impactos da geração de resíduos no ecossistema do trajeto, reduzindo, assim, as emissões de carbono (CO2) na atmosfera e descarte de resíduos em locais não apropriados. De uma tacada só, o setor de seguros irá auxiliar o seu segurado numa fração de tempo infinitamente menor e, ainda, ampliar a sua valorosa e importante contribuição para a transição da sociedade e da economia globais rumo a um ambiente de baixa emissão de carbono.

Seguro, tecnologia, inovação e sustentabilidade: bem-vindo à Nova Sociedade Digital e Descarbonizada!

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05/01/2018 04h33

Por Antonio Carlos Teixeira

Jornalista, Editor da Revista Cadernos de Seguro

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